29 de jan de 2013

11ª Semana de Teologia do Setor Pastoral Ermelino Matarazzo


“Paróquia Missionária é uma Igreja em Missão... É uma Família em Missão... É uma Juventude em Missão”
Diariamente de 04 a 08 de Fevereiro de 2013 às 19h30
Local: Salão da Igreja São Francisco de Assis
Rua Miguel Rachid, 997 – Ermelino Matarazzo – 2546-4254

Programação

Dia 04 – Segunda-Feira
Campanha da Fraternidade 2013: Juventude e Fraternidade: “Eis-me aqui, envia- me!”
Convidado: Prof. Rudá Ricci, Sociólogo, de BH, MG.
Dia 05 – Terça-Feira
A Bíblia na Vida e na Mão do Povo Cristão. Trazer a Bíblia.
Dia 06 – Quarta-Feira
Missão das Paróquias conforme Documento de Aparecida.
Dia 07 – Quinta-Feira
A Juventude constrói uma IGREJA VIVA, SEMPRE EM MISSÃO. Os Grupos da Pastoral da Juventude apresentam as esperanças. Com a Palavra a PAJU das Paróquias.
Dia 08 – Sexta-Feira
Santa Missa com lançamento do livro DOM ANGÉLICO SÂNDALO BERNARDINO
Bispo Profeta dos Pobres e da Justiça

Maiores informações com Messias Guirado – messiasguirado@ig.com.br
Coordenador do Setor Pastoral Ermelino Matarazzo: Padre José Maria – jmfbrito@hotmail.com

17 de jan de 2013

Ato Pinheirinho - Um Ano Depois

Ato de um ano da desocupação do Pinheirinho - Essa data nunca sairá de nossas memórias.
Local: Centro Esportivo Fernando Avelino Lopes (Rua Walter Dellu s/nº, Campo dos Alemães - Em frente ao terreno do Pinheirinho - São José dos Campos/SP)


5 de dez de 2012

MANIFESTO A FAVOR DAS COTAS RACIAIS EM SÃO PAULO



Contra o projeto do Governo de São Paulo, que considera negros estudantes de segunda classe;
Em defesa do PL 530/04
São Paulo, 05 de Dezembro de 2012

São Paulo é o Estado mais rico da república brasileira. É também o que acolhe a maior população negra do Brasil, com cerca de 14,5 milhões de afro-brasileiros/as, 34,6% da população de 42 milhões de paulistas, segundo o IBGE. Só na Capital são 4 milhões de negros/as.
Segundo todos os indicadores socioeconômicos, negros/as ganham menos para as mesmas funções, padecem das piores condições de vida e estão ausentes dos espaços de poder. Ao mesmo tempo essa população, em especial a juventude, é a principal vítima da política de segurança pública do estado, que encarcera, tortura e mata, em uma absurda proporção que apresenta negros com chances 132% maiores de ser assassinados que uma pessoa não negra (Mapa da Violência 2012 – A cor dos homicídios).
Um dos principais espaços de negação da presença negra e reprodutor de desigualdades raciais é, sem dúvida, o ensino superior brasileiro. A histórica decisão do STF, que declarou a constitucionalidade das ações afirmativas e das cotas raciais, em abril de 2012, sacramentou juridicamente esta posição, ao mesmo tempo em que expos, do alto de sua importância política, esse estado de desigualdade e a necessidade das cotas raciais nas universidades.
Diante da permanente reivindicação por cotas raciais em SP, recebemos como negativa surpresa a proposta de Política de Cotas apresentada pelo Governo do Estado através das declarações do reitor da Unesp, Júlio Cezar Durigan, membro do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo (Cruesp), divulgadas em toda imprensa nos últimos dias.
Tal propositura repete um erro da Lei Federal, quando propõe que as cotas para negros incida apenas nos 50% destinado à estudantes de escolas públicas, o que reduz pela metade a justiça de seus números; O mais grave está maquiado na proposta, conforme divulgado pelo folha/UOL em 5/12/12*: “O modelo prevê que esses 50% sejam divididos - 20% das vagas irão para calouros de escolas públicas selecionados para curso superior a distância, preparatório. Os outros 30% seriam preenchidos por meio de ações a serem escolhidas pelas universidades”, que podemos entender da seguinte maneira:
•         Dos 50% de vagas reservadas para estudantes de escolas públicas, 30% serão dirigidas para seleção a partir do critério de cada universidade, obedecendo a lógica do mérito acadêmico, ou seja, haverá uma seleção dos “melhores” estudantes cotistas pré-selecionados para a ocupação direta das vagas;
•         As demais 20% destas 50% de vagas reservadas, serão dirigidas ao “college”, uma espécie de “etapa intermediária” de estudo a distância, de 2 anos, onde os estudantes cotistas com menores notas terão um curso de reforço. Estes seriam promovidos a uma vaga na universidade apenas ao fim deste período “probatório”, caso alcancem média 7 em suas avaliações.
Meritocracia
Cabe lembrar que, como denunciam os movimentos negros há muitos anos e conforme demonstra diversos estudos, reserva de vagas apenas para escolas públicas tende a selecionar os mais “preparados” academicamente destes espaços, e que há uma tendência de a população negra - os mais pobres entre os pobres -, ocupar majoritariamente a faixa destes 20% destinado ao “college”. Ou seja, aos negros será garantido, uma vez mais na história brasileira, o lugar dos “incapazas” ou os de “segunda classe”.
A título de exemplificação da ineficácia deste tipo de medida, desde que a  USP criou, em 2006, o Programa de Inclusão Social da USP (Inclusp), dirigido a estudantes de escolas públicas, apenas 87 alunos negros foram matriculados em cursos como Medicina, Direito e Engenharia até o vestibular de 2011. O número refere-se a 0,9% dos matriculados nessas carreiras, concorridas e prestigiadas. Ainda segundo o jornal: “no processo seletivo 2012, a Universidade de São Paulo matriculou 28% de alunos vindos de escolas públicas. No ano anterior, esse índice foi de 26% – o que refletiu na inclusão de 2,8% de pretos e 10,6% de pardos, totalizando 1.409 alunos com esse perfil [dentre 10.652 vagas oferecidas naquele ano pela universidade, segundo dados da Fuvest]”. As afirmações mostram que no caso das grandes universidades públicas do estado de São Paulo, políticas afirmativas de caráter mais enérgico são necessárias para mudanças estruturais num curto período de tempo. *
Preconceituosa e equivocada, a proposta reincide na ideia – matéria vencida no STF, de que estudantes cotistas, defasados que chegam, podem diminuir a qualidade das universidades. Ora, está mais que provado, nesses quase 15 anos de experiência de implementação desta política, que alunos cotistas têm igual ou maior notas quando comparados aos que acessam pelo método tradicional.
Sob o falacioso argumento da meritocracia, as universidades públicas paulistas elaboram sistema seletivo que muito longe de selecionar os melhores alunos, na verdade elege aqueles que gozaram de maior financiamento. Ao contrário do que se faz pensar, esses vestibulares não verificam a capacidade do aluno acompanhar o curso. Em verdade, trata-se de simples processo de eliminação, que considera fundamentalmente o critério econômico. Em resumo, selecionam-se os alunos mais abastados. Grande parte do conteúdo exigido nos vestibulares não é oferecido sequer pelos colégios particulares medianos, menos ainda por escolas públicas. De maneira que estudantes, a medida de suas possibilidades, buscam preparação em Cursinhos para “aprenderem” técnicas para aprovação nas provas. Os resultados são conhecidos: Salvo raras exceções, apenas aqueles que podem ser financiados por um ou vários anos acabam aprovados nesses vestibulares.
Ainda quanto a reflexão sobre o papel da “meritocracia” enquanto um “Deus” justificador do acesso aos espaços acadêmicos, observamos a importante contribuição do ministro do STF Marco Aurélio:
“(...) Quanto ao artigo 208, inciso V, há de ser interpretado de modo harmônico com os demais preceitos constitucionais. A Cláusula “segundo a capacidade de cada um” somente pode fazer referência a igualdade plena, considerada a vida pregressa e as oportunidades que a sociedade ofereceu às pessoas. A meritocracia sem ‘igualdade de pontos de partida’ é apenas uma forma velada de aristocracia.”
Trecho do voto do ministro do STF Marco Aurélio, sobre constitucionalidade das cotas, em 25 de Abril de 2012.
Autonomia Universitária
Sob a justificativa de respeito a “Autonomia Universitária”, o governo de São Paulo jamais ouviu ou sequer respondeu as tentativas de diálogo junto ao movimento negro e movimentos sociais no sentido de construir políticas de estado que efetivassem o direito do acesso de negros/as às universidades paulistas. A postura abertamente contrária a política de cotas para negros tanto do executivo quanto das reitorias fez de São Paulo o estado da federação mais atrasado no que diz respeito a diminuição das desigualdades raciais. USP, UNESP, UNICAMP e FATEC’s, ao contrário de Universidades Públicas de outros estados, promoveram tímidas – para não dizer nulas - iniciativas no sentido de provocar maior acesso de negros e pobres aos bancos universitários. Pode-se afirmar que, no quesito acesso de negros/as, a “Autonomia Universitária” tem sido utilizada pelas Universidades Públicas Estaduais de SP para manter o privilégio branco. Neste contexto, é importante a lembrança do pronunciamento do STF, quando dojulgamento da Ação Direta de Constitucionalidade nº 51, nos seguintes termos:
Não suponha que a autonomia de que goza a Universidade a coloque acima das leis e independente de qualquer liame com a administração, a ponto de estabelecer-se que na Escolha do Reitor sequer participe o Chefe do Poder Executivo, que é o Chefe da administração pública federal, ou que o Reitor seja elegível, uma ou mais vezes, ou que seja eleito por pessoas a quem a lei não confere essa faculdade.
De resto, na própria Constituição se podem encontrar preceitos que auxiliam a modelar o alcance da autonomia assegurada à Universidade.
[...]
De modo que, por mais larga que seja a autonomia universitária – “didático-científica, administrativa e de gestão financeira patrimonial” –, ela não significa independência em relação à administração pública, soberania em relação ao Estado.
[...]
A autonomia, é de evidência solar, não coloca a Universidade em posição superior à lei. Fora assim e a Universidade não seria autônoma, seria soberana. E no território nacional haveria manchas nas quais a lei não incidiria, porque afastada pela autonomia. (destacamos)
(Supremo Tribunal Federal, ADI nº 51-RJ, Relator  Min. PAULO BROSSARD, Tribunal Pleno, julgado em 25/10/1989, DJ 17-09-1993 PP-18926 EMENT VOL-01717-01 PP-00001).
Assim, a instituição do sistema de cotas diretas e sem etapas intermediárias, em nada fere a autonomia universitária; pelo contrário a prestigia, vez que a insere nos limites da ordem constitucional.
Da legitimidade do Movimento Negro e dos Movimentos Sociais
Nós, membros do movimento negro, movimentos sociais, ong’s, artistas e intelectuais há anos reivindicamos uma política séria e consequente que garanta o acesso de negros/as e pobres nas universidades públicas paulistas; Diversos parlamentares, vinculados a diferentes partidos, já apresentaram na ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de SP, projetos de Cotas Raciais; Departamentos internos às universidades, bem como grande parte de suas comunidades acadêmicas já manifestaram apoio à implementação de cotas raciais diretas; Atos Públicos, Seminários, Audiências Públicas e até reuniões oficiais junto a Conselhos Universitários foram promovidas. Tudo no intuito de sensibilizar o Governo Estadual e as Reitorias para a promoção do acesso de negros/as nessas universidades.
Não aceitaremos subterfúgios. Vários estudos apontam que a adoção de COTAS RACIAIS diretas e imediatas é o único meio capaz de mudar o perfil elitista das universidades públicas em curto espaço de tempo. O governo estadual, reitorias e algumas Ong’s (que não falam em nome da esmagadora maioria da comunidade negra e dos trabalhadores organizados), não tem legitimidade para formular políticas de ação afirmativa e cotas, sem considerar o histórico de lutas e formulações construídas pelos movimentos sociais nestes anos todos.
Defendemos uma política de ação afirmativa e cotas para negros nas universidades paulistas nos moldes do PL 530/04, que há 8 anos tramita na ALESP, objeto o qual já foi alvo de intensos debates, acordos suprapartidários e audiências públicas, a última realizada em 22 de maio de 2012, quando estiveram presentes, além parlamentares e de movimentos populares, representantes da USP, UNESP e UNICAMP.
E é em nome da justiça, ainda que tardia, no que se refere ao acesso de negros nas Universidades públicas de SP, nós, organizados na Frente Pró Cotas Raciais de SP e solidários, abaixo assinados, EXIGIMOS:
•         Contra a proposta de “cotas maquiadas”, do Governo de São Paulo e Reitorias, que considera negros estudantes de segunda classe;
•         Por uma política de estado que efetive cotas raciais nas universidades públicas paulistas, diretas, sem etapas intermediárias e que incida sobre 100% das vagas disponíveis;
•         Pela abertura de uma rodada de diálogo entre governo, reitorias e movimento negros e movimentos sociais que realmente representam a sociedade civil organizada. A construção das políticas de cotas devem ser em conjunto com a sociedade civil e os grupos diretamente interessados!
•         Pela defesa do PL 530/04, em trâmite na ALESP há mais de 8 anos;
* Fonte Folha/Uol: (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1196132-alckmin-deve-aprovar-proposta-de-adocao-de-cotas-por-universidades-de-sp.shtml

20 de jul de 2012

ATO DE POSSE DO TERRENO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA ZONA LESTE

ATO  DE  POSSE  DO  TERRENO DA
UNIVERSIDADE  FEDERAL  DA
ZONA  LESTE
Venha Participar do
ABRAÇO DA VITÓRIA FINAL
Dia 18 de Agosto de 2012
Sábado às 9h00 da manhã
Av. Jacu Pêssego 2630 – Itaquera
-Antigo Terreno da Metalúrgica Gazarra-
Após 4 anos de perseverante luta, a População da Zona Leste alcançou mais esta importante vitória:
A compra do Terreno para implantação da UFZL.
A posse definitiva do Terreno é o primeiro passo rumo a implantação no local, da tão esperada Universidade.
Agora a Luta é junto ao MEC – Ministério da Educaçãopara que providencie a instalação da Universidade o mais breve possível.
Convidamos para este importante ato:
Presidenta da República: Dilma Roussef
Ministro da Educação: Aloísio Mercadante
Prefeito de São Paulo: Gilberto Kassab
Parlamentares, Lideranças e o vitorioso povo da
Zona Leste.
Venha e traga sua caravana para o
ABRAÇO DA VITÓRIA FINAL
Convidam
Movimento em Prol da Universidade Federal da Zona Leste
Vereadora Juliana Cardoso - Deputado Estadual Adriano Diogo

14 de jun de 2012

Exposição - "A Ditadura no Brasil 1964 – 1985 - A Verdade da Repressão, a Memória da Resistência"


O Espaço Cultural Casa do Lago da Universidade Estadual de Campinas sedia  a Exposição “A Ditadura no Brasil 1964 – 1985. A Verdade da Repressão, a Memória da Resistência“, iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Esta exposição faz parte do Projeto Direito à Memória e à Verdade cujo  objetivo é recuperar e divulgar o que aconteceu nesse período da vida republicana brasileira. São registros de um passado marcado pela violência e por violações de direitos humanos. Disponibilizar esse conhecimento é fundamental para o País construir instrumentos eficazes e garantir que esse passado não se repita nunca mais.
Em uma ambientação visual que conduz o público em uma espécie de “viagem no tempo”, a exposição na Casa do Lago traz de volta a lembrança aos que viveram os fatos retratados e traduz aos jovens um pouco do clima vivenciado nesse período tão importante na história social e política brasileira. Recupera, de maneira exclusiva, desde os primeiros momentos do Golpe de Estado que mergulhou o país numa ditadura militar de 21 anos, até os grandes comícios populares das “Diretas Já”. Imagens marcantes dos tanques militares na frente do Congresso Nacional, as passeatas estudantis, a resistência dos diversos grupos da sociedade civil, a censura de documentos, a violência, prisões e torturas estão expostas em grandes painéis que colocam o espectador dentro dos acontecimentos. Junto, todos os fatos ocorridos nessa época são recuperados em um texto em ordem cronológica. 
A exposição apresenta 21 painéis impressos em lona com um formato flexível adaptáveis aos diversos ambientes, as exposições foram, invariavelmente, instaladas em locais de grande circulação, em mais de 80 cidades brasileiras, atingindo um público estimado em 2,8 milhões de pessoas.

Serviço:

O que: Exposição A verdade da repressão, a memória da resistência
Quando: até 18 a 29 de junho de 2012 , das 9:00h às 21h30min.
Onde: Espaço Cultural Casa do Lago - UNICAMP.
Abertura: dia 18 de junho às 18:30h, com a presença dos: 
- Adriano Diogo – Deputado Estadual, Presidente da Comissão de Defesa de Direitos da Pessoa Humana da Cidadania,de Participação e das Questões Sociais da ALESP.
- Paulo Mariantes – Presidente do Conselho Municipal de Direitos Humanos de Campinas 
- Prof. João Frederico da Costa Azevedo Meyer – Pró-Reitor da Unicamp
- Darci  Toshiko MiyaKi – Membro da Comissão da Memória e Verdade de Campinas
- Caio Toledo – Professor do IFCH – UNICAMP
- Ivan Seixas – Coordenador da Comissão Estadual da Verdade e Presidente do Condepe Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana
Durante a exposição haverá a exibição de filmes que examinam os temas e a problemática expostos nos 21 painéis. Após a exibição de alguns filmes haverá debates que serão coordenados por estudiosos do período do regime militar.
A seguir a programação:



Ciclo de Filmes:
.
CASA DO LAGO
PREAC, Unicamp

19 a 29 de junho

Dia 19 (Terça Feira)
Debate coordenado: Sr. Camilo Tavares e Prof. Carlos A. Lobão S. Cunha.

Dia 20 (Quarta Feira)
Debate coordenado pelo prof. Ricardo Antunes, IFCH e Neto oposição sindical metalúrgica (MONSP).

Dia 21(Quinta Feira)
Coordenador da mesa: Frei João Xerri. 
Dia 22 (Sexta Feira)
Debate coordenado pelo prof. Flávio de Castro / Zenaide Machado .

Dia 25 (Segunda Feira)
Debate: Amelinha Telles

Dia 26 (Terça Feira)

Debate: Criméia de Almeida e Renato Simões

Dia 27 (Quarta Feira)
Debate coordenado pelo prof. José Roberto Cabrera e Augusto Bonicore

Dia 28 (Quinta Feira)
Debate coordenado Prof. Caio N. de Toledo e Ivan Seixas

Dia 29 (Sexta Feira)



30 de mai de 2012

Festa das Nações - 7 e 8 de Julho


Centro de Promoção Humana Lar Vicentino lhe convida para a 19ª Festa das Nações, tradicional festa da zona leste voltada às famílias e que tem como objetivo a sustentabilidade desta entidade que cuida de idosos sem condições de amparo.

 Durante o evento podem ser consultadas a história de cada país através de fotos, documentos, comidas, trajes típicos e atrações de músicas de cada um das nações que compõem a festa.

A FESTA DAS NAÇÕES 2010 terá início no dia 17 de julho, sábado às 18h. No dia 18 de julho, domingo às 10h, a ABERTURA OFICIAL com Missa Campal celebrada pelo Padre Ticão e que neste ano terá como tema a CONQUISTA da Universidade Federal da Zona Leste (segue convite abaixo). Em seguida, a continuação da Festa que é realizada na AVENIDA PARANAGUÁ, Largo Primeiro de Maio, Centro de Ermelino Matarazzo.

 Celebração Campal da CONQUISTA da Universidade Federal da Zona Leste. Dia 18 de Julho, Domingo às 10h Local: Avenida Paranaguá, Largo 1º de Maio Centro de Ermelino Matarazzo, Zona Leste.

Convidados: Presidente Lula, Prefeito Kassab, Ministro da Educação Fernando Haddad, Professor Albertoni da UNIFESP, Parlamentares

* Após a Celebração teremos a grande Festa das Nações do Lar Vicentino